terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Desejo

Ufa, decidi: vou escrever sobre o desejo!
Foi difícil perceber qual era o assunto desejado!
Mas agora já sei:é falar do desejo que em psicanálise não é algo a ser realizado, mas sim uma falta que nunca será realizada!
Somos seres faltantes e estamos sempre em busca de satisfação para nossos desejos. Melhor dizendo, estamos em busca da primeira e mais importante experiência de satisfação, por isso seremos faltantes para sempre.
Quando uma falta é realizada, logo em seguida vem outra e depois mais outra. Não estarei completa, nunca, pois se cria uma nova demanda a cada realização.
A necessidade é biológica e pode ser satisfeita num objeto adequado, pão para quem tem fome, por exemplo.
O desejo, não. Ele é de outra ordem. Enigmático.
No fundo, no fundo queremos ser preenchidos, plenos, ou seja, almejamos uma impossibilidade. É impossível porque a demanda é a solicitação de uma presença ou de uma ausência, e é sempre  dirigida ao Outro, como um pedido de amor e uma expectativa de preenchimento absoluto, de fusão das almas, de plenitude.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Treinamentos comportamentais


Podendo ter como base o resultado da Pesquisa de Clima Organizacional, os treinamentos comportamentais têm como principal objetivo o desenvolvimento pessoal de cada um dos participantes para que seja criada uma organização mais humanizada. As dificuldades encontradas no ambiente de trabalho se referem muito mais a questões comportamentais do que de conhecimento ou de habilidades específicas.

Recebimento mais constante de feedback sobre desempenho, maior variedade e adequação de tarefas, liderança, resolução de conflitos, relacionamento interpessoal, comunicação, entre outros, são temas constantemente abordados, pois os ambientes de trabalho continuam se ressentindo de conflitos latentes, de desencontros nas comunicações, de comportamentos negativos, enfim, de grandes dificuldades para uma convivência prazerosa e produtiva entre pares e entre líderes e liderados

As pessoas precisam saber administrar conflitos, tirar melhor proveito de seu tempo, comunicar-se adequadamente, negociar interesses e estabelecer relacionamentos estratégicos – além de colocar as emoções para trabalhar a seu favor e não contra elas e contra a organização

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Educação e treinamento

Aprender a aprender e aprender a desaprender devem ser uma rotina impulsionadora da empresa para que ela se supere sempre. Tenho observado que de um modo geral as empresas tem investido em treinamentos de seus colaboradores e conseguem perceber o impacto na melhoria do desempenho global da organização.
Quando falo em treinamentos penso nos técnicos e também nos comportamentais, na prontidão e na atitude para aprender.
As dificuldades encontradas no trabalho se referem muito mais a questões comportamentais do que a questões de conhecimento ou de habilidades específicas das pessoas. Os ambientes de trabalho continuam se ressentindo de conflitos latentes, de desencontros nas comunicações, de comportamentos negativos, enfim de grandes dificuldades para um convivência prazerosa e produtiva entre pares e entre líderes e liderados.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

E o clima na sua empresa, como está?

Detalhes e decoração normalmente pequenos fazem uma grande diferença no ambiente. Pode ser um objeto, a cor de uma parede, um perfume, ou até a combinação e contraste das cores, responsáveis em gerar harmonia ou até a desarmonia do local.

A questão é a seguinte: se um detalhe dessa natureza exerce tanta influência, imagine então o papel do profissional que ali trabalha com todas as suas características, idéias, pensamentos, sentimentos, compartilhando objetivos, confrontando temperamentos, convivendo com outras pessoas, que também tem as suas expectativas, os seus problemas, os seus sonhos, e as suas frustrações.

Isso demonstra a importância de cada um como gerador de influência a fim de tornar o ambiente de trabalho agradável ou desagradável.

A Pesquisa de Clima Organizacional é uma valiosa ferramenta de Gestão de Pessoas, pois permite conhecer o grau de satisfação e o comprometimento dos colaboradores com a organização. A intenção é identificar o que os empregados pensam e sentem com respeito ao tratamento que recebem no seu relacionamento de trabalho com a empresa, servindo como base para a formulação de estratégias de mudanças e reformulações estruturais, ajudando os administradores a obterem respostas precisas sobre a opinião dos colaboradores.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Pra onde mesmo?

Após uma brincadeira no facebook , coloquei-me a refletir sobre objetivos, propósitos e metas.
Todos nós temos um propósito na vida!
Focamos, lutamos e não medimos esforços para alcançar aquilo que almejamos.
Ter um objetivo na vida é imprescindível para o desenvolvimento pessoal e profissional. É ele que leva ao sucesso!
Até Kate Middleton, que agora deve ser tratada como sua Alteza Real, a Duquesa de Cambridge, também teve um objetivo e lutou por ele: conquistar o futurou rei.
Comparações à parte, os objetivos podem ser do dia como, por exemplo, ficar na cama preguiçosamente num domingo friozinho feito o de ontem. Estes propósitos diários também são aceitáveis. Mas não perca o foco! Nunca!
Pra onde mesmo?
Pro sucesso!

domingo, 1 de maio de 2011

Hoje é domingo, pede cachimbo!

Domingo, pé de cachimbo….

Passei boa parte de minha infância cantando esta música e imaginando como seria um pé de cachimbo. Poderia ser somente um devaneio de criança, se não fosse um exemplo de nossa desatenção com o dia-a-dia, com a falta de pensar, respirar, raciocinar…
Por isso, “Domingo PEDE cachimbo”. É o tal do “ócio criativo” do Domenico de Masi. Parar um pouco e brincar, refletir, estudar. É o meu jeito despretensioso de refletir sobre o trabalho e sobre que mexe comigo.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Tardinhas

Quando criança, eu era apaixonada por histórias que meus irmãos e tios contavam.
De tardinha, punha-nos em volta da mesa da cozinha para ouvir meus irmãos e tios. Era uma família numerosa, ruidosa, cheia de vida...
Eram histórias de arrepiar e de fazer tremer o mais corajoso que lá estivesse. Lobisomem, mula sem cabeça e assombração. Que medo!
Também tinha muita ternura e ensinamento: Pombinha branca, Filho pródigo, Três porquinhos, Joãozinho e Maria!
Dessa forma virei gente grande: ouvindo e enfrentando os medos e desafios daqueles que me são importantes, percebendo o esforço do trabalho nas lavouras de café, sentindo a energia dos campeonatos de futebol nas fazendas vizinhas e a sensação maravilhosa de aventura ao pegar rabeira nos ônibus que ali transitavam.
Quanto desafio, força de vontade, ensinamento e exemplo!
Viajo hoje entre as lembranças daquelas tardinhas recheadas de bolinhos e chá e de anoiteceres com substanciosos jantares regados a muitas verdades e saberes. Doce de abóbora, arroz doce, canjica, polenta com café com leite, cuscuz.
Cresci assim: ouvindo histórias!
Aprendi a ouvir e observar a vida e suas implicações, a ouvir lembranças e sentimentos!
E foi assim que aconteceu.
Hoje meus dias têm sido acompanhados pelos livros dos mestres e de um desejo pelo saber, que não se completa a cada dia.